(…) “A COP30, realizada este ano no coração da Amazónia, deveria ter sido um momento histórico para reafirmar o compromisso global com a sustentabilidade, mas deixou mais perguntas do que respostas. A incoerência que marcou esta cimeira lembra, aliás, outra época que agora se aproxima: o Natal. Uma celebração nascida da simplicidade absoluta, um menino numa manjedoura e uma família sem posses, transformou-se numa das épocas de maior consumismo e desperdício do ano. E o setor da construção não escapa a este paradoxo: é muitas vezes vítima da incoerência… e simultaneamente seu cúmplice.” (…)
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